Tem muita realidade aqui



Tomei para mim suas certezas, enquanto você pegou todas as minhas reticências. 

Decidi que jogaria limpo, mas quem foi quem disse que isso é um jogo? Ou melhor, um jogo honesto!? 
Mas é assim que tratamos tudo isso. Um jogo. 

"Senhoras e senhores, façam suas apostas. Coloquem seus corações na mesa, que já vai começar..." 

Não ria, você bem sabe como eu gosto de viajar nesses pensamentos. Mas é que, bom, não sei. Poderia ser diferente, né? Uma única vez. 
Podia ser nós. Juntos. Como se tivéssemos dado um nó, daqueles bem firmes. Mas tudo bem, eu entendo. Aliás, eu também tenho meus receios e você bem sabe. E se não, que fique sabendo. 

Mas é que eu sou clichê. Eu gosto do clichê.

Fico as vezes a pensar no dia em que vou dobrar a esquina de casa e você vai estar sentado aqui na porta e vai brigar comigo por que demorei e eu só vou rir por que não fazia ideia de que você estaria aqui. Ou então quem sabe um dia você decida aparecer por aqui sem avisar, sem pedir, sem ser convidado, vai entrar, e quem sabe (pra minha felicidade) você resolva ficar. 

Bom, esquece isso.

Não funciona assim. Em contos de fadas talvez. E é exatamente por isso que talvez eu prefira, como dizem "Nós a sós". Por que ai sim podemos criar nosso próprio conto, sem máscaras, sem formalidades, sem ter que "manter as aparências". Mas repito, esquece. Não funciona assim. 

Tem muita realidade aqui. 

Mas ainda não descobri nada que me impeça de sonhar e fazer dos meus sonhos, palavras.

Só com um olhar


Seu olho direito continua ficando menor do que o esquerdo quando você acorda? Seu sorriso continua sendo torto, daquele jeito maravilhoso que so o seu era? E a sua voz? Continua rouca quando quer cantar a música favorita de alguém? As vezes eu chego a ouvir o som da sua risada quando conto alguma piada idiota. Sinto falta de quando você me trazia algodão doce (rosa, que ainda é o meu preferido) em algum dia aleatório e alegava que era só pra me ver sorrir. Mal sabe você que bastava te ver pra que eu pudesse sorrir. 

Sinto falta também de quando você ficava emburrado, deitava do meu lado mas se recusava a responder minhas perguntas, e que me mandava calar a boca (as vezes me fazia calar) quando eu falava de outros caras so pra te irritar. Eu me mato mentalmente por não ter sido tudo. Não ter ido ate onde dava. E por não termos sido tudo que poderíamos ser
É que eu ainda te vejo como um menino que gosta de super-heróis e vejo um homem que tenta ser o meu super-herói o tempo todo. Vejo alguém que quer me fazer rir o tempo todo, ate com cócegas, o que se quer saber eu odeio, mas por ser você, eu aprendo a gostar. Assim como gradativamente eu aprendi a gostar de você.

Vejo um olho menor que o outro, o que é ainda mais notável nas fotos que, eu sei que você detesta. Mas eu nem ligo. Vejo mãos grandes e firmes, mas uma pele macia. Seu abraço é o melhor do mundo, é como se tivesse sido projetado pra me caber ali. E o braço direito que me acolhe as vezes durante a noite é o melhor travesseiro do mundo.  Vejo alguém que pensa no futuro. Mas que o quer realizar do meu lado. Que pensa em casar. Ter filhos. Uma casinha e quer tudo isso, comigo. Mesmo eu sendo a pessoa mais chata do mundo. 

Vejo um cara brincalhão, que chega a ser babaca a ponto de me irritar. Vejo também um cara, que e cem vezes mais romântico que eu, mas insiste em rir dos meus clichês. Ao mesmo tempo um cafajeste que não sabe em qual cama fica. Vejo um nerd que ama vídeo game, mas que ate encara um dia de trilha, só por que eu gosto. Que odeia ir em "festinhas" mas que ate arrisca uns passos pra dançar comigo e me fazer feliz.

Mas que verdade seja dita, estar com ele, em qualquer momento me deixa feliz.

Hoje, vejo alguém que apesar de ter demorado tanto pra assumir o que sentia, hoje, me faz sentir a pessoa mais amada do mundo. Que reclama todo dia do próprio peso, mas que ainda que se parecesse com o Jô Soares, eu o amaria.

Vejo um cara que me faz feliz, so com um olhar

Projeto fotográfico

Oi gente, tudo bom com vocês? 
Então sem muita enrolação tô trazendo de volta o projeto fotográfico, e a tag da semana é: 
O que me inspira
Peguei umas fotos de tudo que eu mais gosto (fotos que eu tirei, alias). Mas claro que não tem tudo que me inspira senão ia virar um post de 1602554 imagens hahah
Vamos as fotos:
 Decoração fofinha

 Lugares grandes com grande movimento de pessoas diferentes (Campus da PUC na foto)


Ler 



Lugares com muitas arvores, vegetação. 



 Pôr-do-Sol


Horizontes

Frases revolucionárias

E claro, fotografia.

Espero que tenham gostado deixem nos comentários o que inspira vocês,
 e deem ideias pro próximo projeto

Filme - Deus não está morto!


Deus não está morto é um filme de drama e religioso, foi lançado aqui no Brasil em 21 de agosto de 2014, dirigido por Harold Cronk ele conta a história de um jovem, Josh (Shane Harper), que acaba de entrar na universidade e cai diretamente na aula do arrogante e ranzinza professor de filosofia, Jeffrey (Kevin Sorbo). Logo em sua primeira aula com o professor Jeffrey, Josh e todos da classe são obrigados a escrever "Deu está morto" em uma folha. Josh, como cristão, se recusa a realizar essa atividade e então é desafiado pelo professor a convencer, em quatro aulas, todos da classe ao contrário, que Deus não morreu.  

O filme vai contando a história de Josh e também de vários outros jovens, com histórias parecidas, mas que são diferentes. Como a história de uma muçulmana com uma família muito tradicional a cultura, mas ela não acredita na cultura de sua família, e sim em Jesus. Também tem a jovem e conhecida jornalista, uma mulher nova que no ápice da carreira descobre ter câncer. Entre outras histórias que testam a fé dos personagens. 



Quando ouvi sobre o filme num grupo de whatsapp, fiquei muito curiosa pra saber do que se tratava, pensei que fosse apenas mais um filme religioso dos que ja estava acostumada a ver. Quando uns amigos disseram que o Cinemão ia ser com esse filme, juntei a fome com a vontade de comer e fui. 
Deus não está morto acabou me surpreendendo, o filme começou bom, mas sem nada a mais. Aos poucos ele foi me chamando atenção, me prendendo na historia e me fazendo prestar atenção na mensagem.

Os personagens são fortes, diferentes, mas com uma coisa muito em comum: eles estão sendo testados. Sua fé está sendo testada de todas as formas, começando por Josh que tem que falar na frente de toda uma classe e melhor, ter que provar pra cada um deles que a Fé supera a ciência. Em três aulas, ter que apresentar fatos para combater a teoria de um professor graduado e super renomado.


O filme tem uma sensibilidade incrível, abordando temas tão comuns e que fazem tanta gente se rebelar contra Deus, como doenças e sucesso, morte e tristeza. E conforme ele vai se desenvolvendo eu acabei me identificando com alguns personagens, e dá para sentir as aflições, sentir o medo que eles sentem. 


Isso não é bem uma resenha, critica, ou comentário do culhão do new york times. É nada mais que uma opinião baseada, já na minha fé e na minha autocritica de filmes religiosos.
O que mais gostei nesse filme é que não fala das provações antigas, mas das atuais, mostra gente que não nega a sua fé ainda que isso vá contra tudo que lhe foi ensinado.
E acho, que sendo cristão ou não, de tudo se tira uma lição. Acho que não se deve negar algo em que se acredita. Até que se prove o contrario, a sua palavra é a que vale.


Bom eu A-M-E-I o filme, tô suspeitíssima aqui.


Se virem o filme, deixem nos comentários o que acharam, e deixem sugestões de mais filmes pra eu ver e dar o meu pitaco HAHA. 
Por hoje é só, beijo e ate a próxima <3
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